SE VALORES ABSOLUTOS NÃO EXISTEM, TUDO É PERMITIDO

Autores

  • Helio Wiliam Cimini Martins Faria
  • Davi Dempsey Reis

Resumo

A sociedade atual, chamada pela sociologia de “pós-moderna”, advoga abertamente que “tudo é relativo”. Esta máxima filosófica, conhecida como relativismo, vem desde filósofos da Grécia antiga e sua influência hoje acabou abolir os valores absolutos, eternos e imutáveis. Tal posição, porém, entra em choque com diversos entendimentos sólidos e bem sedimentados ao longo da história humana, como por exemplo, a aclamada lógica aristotélica. Desta forma, o presente trabalho estuda a logicidade desta máxima, buscando as consequências que ela traz à Filosofia, e após, se utilizando da deontologia, investiga a necessidade imperiosa da existência de valores absolutos. O autor, tendo como base a conclusão de Fiódor Dostoiévski no renomado romance “Os Irmãos Karamazov”, sustenta que se “tudo é relativo”, logo, tudo também é permitido, o que seria um caos para o bem-estar social.

 

Palavras-chave: Relativismo. Pós-modernismo. Modernidade líquida. Valores Absolutos. Dever-ser. Guilhotina de Hume.

 

Biografia do Autor

Helio Wiliam Cimini Martins Faria

Advogado (Administrativo, Civil, Empresarial, Trabalhista) Graduado em Direito pela Universidade Vale do Rio Doce e mestre em GESTÃO INTEGRADA DO TERRITÓRIO pela Universidade Vale do Rio Doce. Professor auxiliar da Faculdade Pitágoras de Direito, Professor da Faculdade de Direito de Ipatinga - FADIPA, Professor de Pós Graduação, Procurador e Assessor Jurídico.

Davi Dempsey Reis

Bacharel em Direito pela Fadipa

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Publicado

2022-04-16

Como Citar

Martins Faria, H. W. C., & Reis, D. D. (2022). SE VALORES ABSOLUTOS NÃO EXISTEM, TUDO É PERMITIDO. Revista Eletrônica De Ciências Jurídicas, 12(1). Recuperado de https://revista.fadipa.br/index.php/cjuridicas/article/view/448

Edição

Seção

Artigos de Revisão